“O Rock não morre. O punk não morre. E não morrerá enquanto existir fúria.”
A partir da leitura de Meninos em Fúria, podemos conhecer um pouco do nosso Brasil a partir da visão de garotos que não se conformavam com o que era exposto ou implantado pelo o sistema na época. Estamos no final dos anos 70 - início dos 80.
O argumento em Meninos em Fúria tem camadas políticas e sociológicas, todo aquele caos e discurso “Ditatorial” fez nascer o que pra muitos foi (é), o movimento musical mais interessante da história desse país – O Punk Rock.
Seguimos os perrengues da banda Inocentes com relatos da lenda Clemente, ícone do movimento Punk. Points, gangues e discórdias enlaçaram esse relacionamento e atitude por muitas vezes “Juvenil” porém, “Necessária”.
O 3º mundo Brasil é e sempre será o Caos, cenário perfeito para o nascimento de revoltas e resistências. A esperança são lapsos de alegria, que assim como o Punk germinaram para contrastar e incomodar as mentes mais puras da utopia que escava o Brasil na época. O Punk foi o nosso Super-Homem.

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